Conferir fotos de sinistro em busca de edições com IA

Ferramentas de edição com IA já conseguem pintar danos num objeto intacto ou montar a cena de um acidente. Fotos de sinistro precisam ser conferidas quanto a quando e com o que foram tiradas e onde foram alteradas.

Pegue o original da câmera

Um original recebido pelo app de sinistros ou por e-mail guarda fundamentos como aparelho, horário e histórico de compressão. Uma cópia recebida por mensageiro perdeu quase tudo isso, e dá para conferir bem menos.

Marque a área editada

O eixo de alteração distingue recodificação, edição parcial e captura de tela e, em imagens, mostra áreas suspeitas num mapa de calor. Se só a área danificada tem outro histórico de compressão, ela é marcada para o analista olhar.

Edições que ainda escapam

Edições que apagam ou trocam objetos com o preenchimento generativo mais recente quase não foram identificadas nem na nossa própria medição. Não leia a ausência de sinais de edição como garantia de que nada mudou.

Decida junto com o registro

Guardar o hash e o registro do relatório no processo permite reproduzir qual arquivo foi conferido e o que se encontrou. O resultado complementa, sem substituir, a vistoria e os demais documentos.

Perguntas frequentes

Danos desenhados com IA são identificados?
Rastros de edição são marcados quando existem, mas edições generativas bem-feitas muitas vezes escapam.
Dá para conferir várias fotos de uma vez?
Junte-as num ZIP ou envie pela API; cada uma é analisada e os resultados aparecem juntos.
Dá para confiar na data da foto?
Datas EXIF podem ser reescritas, então são lidas junto com outros fundamentos.
As fotos dos clientes ficam guardadas?
Os arquivos são apagados depois da análise; só ficam o hash e o relatório.

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Este texto é orientação geral, não aconselhamento jurídico. Um resultado de análise é uma avaliação probabilística, não uma prova.

Testar um arquivo