Muitas fotos hoje não são nem totalmente geradas nem intocadas, mas algo no meio. Quando só uma parte de uma foto real foi apagada ou preenchida com IA, o resultado só é preciso se lido em dois eixos separados.
O eixo de geração pergunta se a imagem inteira foi gerada; o eixo de alteração pergunta se uma foto real foi modificada. Uma foto editada em parte costuma sair humana ou inconclusiva no eixo de geração e com sinais de edição no de alteração.
Algumas ferramentas registram edições com IA como credenciais de conteúdo C2PA, metadados ou uma marca visível. Quando esse registro existe, o relatório anota o que foi editado e quando.
Edições que apagam um objeto com o preenchimento generativo mais recente sem deixar registro quase não foram identificadas na nossa própria medição. Esse limite está na página inicial e nos relatórios. Um resultado sem sinais de edição não garante que a foto esteja intocada.
Conseguir o original da câmera e a versão editada, em vez de um arquivo salvo de novo por um app, permite comparar o que mudou. Se a edição importa, preservar o original é o mais seguro.
Este texto é orientação geral, não aconselhamento jurídico. Um resultado de análise é uma avaliação probabilística, não uma prova.